ARQUEOLOGIA PROIBIDA – Gigantes e o Homem esteve entre os Dinossauros

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Segundo a Ciência Acadêmica, a vida surgiu a 3,5 bilhões de anos, na forma de bactérias e pouco depois algas. Mariscos e Moluscos surgiram posteriormente, por volta de 500 milhões de anos. Mais alguns anos de evolução e surgiram peixes e depois anfíbios. Os répteis só apareceram no planeta a 360 milhões de anos. É nesse período que os dinossauros se espalharam pelo Planeta Terra. Por volta de 65 milhões de anos atrás eles desapareceram repentinamente. Os mamíferos e o homem primitivo teriam surgido por volta de 3 milhões de anos atrás. Em termos de civilização podemos dizer, segundo a Ciência da Arqueologia, que temos apenas 45 mil anos.

Descobertas Contraditórias
Durante muitos anos esta versão oficial foi aceita por todos os cientistas. No entanto, algumas descobertas arqueológicas recentes podem causar uma revolução na história da raça humana. Vários artefatos e fósseis antigos tem sido descobertos trazendo novas informações que contradizem a versão oficial sugerindo que a raça humana é muito mais antiga do que se supõe. Os registros mais antigos datariam de 250 milhões de anos atrás, época em que a era dos dinossauros estava apenas no início. Confira algumas destas descobertas:
Durante muitos anos esta versão oficial foi aceita por todos os cientistas. No entanto, algumas descobertas arqueológicas recentes podem causar uma revolução na história da raça humana. Vários artefatos e fósseis antigos tem sido descobertos trazendo novas informações que contradizem a versão oficial sugerindo que a raça humana é muito mais antiga do que se supõe. Os registros mais antigos datariam de 250 milhões de anos atrás, época em que a era dos dinossauros estava apenas no início. Confira algumas destas descobertas:

250 milhões de anos a.C.
Em 1938, o geologista Wilbor G. Burroughs, anunciou ter descoberto dez pegadas humanas perfeitas, com cinco dedos semelhantes aos pés humanos atuais. Elas mediam 23,73x10,25 cm e foram encontradas ao norte de Mount Vernon, nos Estados Unidos. A descoberta dataria do período Carbonífero, cerca de 250 milhões de anos atrás. Pegadas semelhantes foram descobertas em Jackson County, e também nos Estados da Pensilvânia e Missouri, todos no Estados Unidos. Arqueologistas e geologistas estão divididos quanto à origem destas pegadas. Alguns defendem que sejam anfíbios gigantes, ainda não descobertos e catalogados, enquanto outros preferem aguardar novos dados antes de oficializar qualquer alteração na história biológica do Planeta Terra. Em dois pontos estes cientistas concordam:

1) as pegadas são reais. Não são fraudes ou marcas de erosão.
2) a hipótese de ter sido impressa por um anfíbio gigante não é tão estranha quanto parece.
Outra descoberta, realizada também nos Estados Unidos comprova que a raça humana está presente no Planeta Terra há muito mais tempo do que se imagina. Na região de Mount Victória, foram descobertas pegadas humanas gigantes medindo 59 x 18 cm, indicando um peso de 250 kg. Estes casos são apenas alguns dos muitos registros fósseis que põem a teoria científica em Xeque. Um das mais surpreendente destas descobertas ocorreu em 3 de junho de 1968. William Meister e Francis Shape descobriram pegadas calçadas em Antelope Springs, próximo a Delta, no estado de Utah, (EUA). Elas mediam 32,5 x 11,25 cm. O interessante destas pegadas é que elas esmagaram dois trilobites, no momento em que foram impressas. O trilobite está extinto a 240 milhões de anos! A imagem abaixo mostra as pegadas. No retângulo está assinalado um dos trilobite.
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Pegadas calçadas descobertas em Antelope Springs, Utah, Estados Unidos. O retângulo indica uma das trilobites esmagadas durante a impressão da marca.
22 milhões de anos a.C.
- Antigüidade da pegada gigante fossilizada numa laje de argila, encontrada na jazida carbonífera de Cow Canyon, a uns 40 quilômetros a leste de Lovelock, nos Estados Unidos.
Paluxy, Texas, Estados Unidos

O paleontologista Dr. C.N. Dougherty descobriu possíveis pegadas humanas de aproximadamente 140 milhões de anos. Segundo a ciência nessa época, os dinossauros dominavam a Terra e o ser humano ainda não existia. A descoberta de Paluxy, se comprovada, poderia causar uma revolução na ciência pois ela seria a prova de que a humanidade seria muito mais antiga do que se supõe e teria coexistido com os dinossauros. Neste local encontram-se pegadas de aproximadamente 54 cm no seu eixo maior. Em 1986, o pesquisador Glen J. Kuban descobriu que as marcas de dedos presentes na pegada apresentam coloração diferente do resto das marcas. Isso sugere, segundo os cientistas, uma possível manipulação nas marcas. Na verdade esta é uma explicação simplista utilizada pelos cientistas para explicar aquilo que eles não podem explicar. Se houvesse manipulação nas marcas, a estranha coloração seria encontrada em todas as marcas impressas pelo pé humano, e não apenas na região dos dedos. Além disso, a pegada humana é mais profunda e estreita que a do dinossauro. Esta estranha coloração pode ser explicada pela presença de um rio nas proximidades que poderia lixiviar os sedimentos próximos à superfície da rocha.
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À esquerda temos uma panorâmica da região de Paluxy. À direita observamos os detalhes de duas pegadas.

Lago Langebaan, África do Sul
O geologista sul-africano David Roberts, descobriu três pegadas humanas (ao lado) fossilizadas na região do Lago Langebaan, ao norte da capital Cape Town. Cientistas consideram que estas pegadas, que possuem aproximadamente 117.000 anos são as mais antigas relacionadas ao homem moderno.
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Montanhas Robledos, Novo México
Em 1987, o paleontologista Jerry MacDonald descobriu várias pegadas fossilizadas de diferentes espécies de animais, incluindo seres humanos, em uma camada de rocha originada no período Siluriano, uma época entre 290 e 248 milhões de anos atrás.
pegada4 Imagem de uma das pegadas encontradas na região dos Robledos, no Novo México, Estados Unidos.
Registros Falsos
pegada8 A descobertas e o estudo destes fósseis não é uma tarefa fácil. A grande maioria é descartada ou explicada de alguma forma. Alguns destes registros já explicados continuam a ser divulgados nos meios ufológicos internacionais. Um exemplo é a marca encontrada em Fisher Canyon, no Estado do Nevada, nos Estados Unidos. Quando ela foi descoberta anunciou-se que seria uma marca de um pé calçado com mais de 200 milhões de anos. Algum tempo depois provou-se que a peça era na verdade uma formação geológica comum na região.
Como esta marca, várias outras foram divulgadas como autênticas e depois provaram-se fosseis comuns ou marcas naturais. Pesquisar o insólito é isso. Tentar provar que o alegado Fato Insólito não passa de algo natural. Depois de esgotadas todas as possibilidades é que se parte para outras linhas de investigação.
Mais registros
pegadaNo Parque do Dinossauro, próximo de Glen Rose no estado do Texas, EUA, nos arredores do Rio Paluxy existem várias pegadas de dinossauros e humanos juntas. A foto abaixo é da pegada de uma mulher, segundo estudos feitos em cortes da seção transversal. Tem 45 cm e pela estimativa a mulher possuía cerca de 3,05 m de altura e 454 kg de peso.
GIGANTES DA BÍBLIA
"Esses nefilins eram os valentes, os homens de renome, que houve na antigüidade." Gênesis 6.4

"Antes haviam habitado nela os emins, povo grande e numeroso, e alto como os anaquins; eles também são considerados refains como os anaquins; mas os moabitas lhes chamam emins." Deuteronômio 2.10-11

"Porque só Ogue, rei de Basã, ficou de resto dos refains; eis que o seu leito, um leito de ferro, não está porventura em Rabá dos amonitas? O seu comprimento é de nove côvados [4 metros], e de quatro côvados [1,78 metros] a sua largura, segundo o côvado em uso." Deutoronômio 3.11

"Também vimos ali os nefilins, isto é, os filhos de Anaque, que são descendentes dos nefilins; éramos aos nossos olhos como gafanhotos; e assim também éramos aos seus olhos." Números 13.33
Há cerca de 5.500 anos, a estatura humana era sobremodo elevada. Existiam homens na Mesopotâmia cuja estatura ultrapassava 4 metros. Os primeiros gigantes, chamados na Bíblia de Nefilins (enfilins no original hebraico que significa "caídos" ou "desertores") poderiam ser ainda mais altos.
Nos finais dos anos 50 durante a construção de uma estrada no sudeste da Turquia, em Homs e Uran-Zohra no Vale do Eufrates, região próxima de onde viveu Noé após o dilúvio, foram encontradas várias tumbas de gigantes. Elas tinham 4 metros de comprimento, e dentro de duas estavam ossos da coxa (fêmur humano) medindo cerca de 120 centímetros de comprimento. Calcula-se que esse humano tinha uma altura de aproximadamente 4 metros e pés de 53 centímetros. Uma cópia do osso (fotos abaixo) está sendo comercializada pelo Mt. Blanco Fossil Museum na cidade de Crosbyton, Texas, EUA, ao preço de 450 dólares.
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"Não foi deixado nem sequer um dos anaquins na terra dos filhos de Israel; somente ficaram alguns em Gaza, em Gate, e em Asdode." Josué 11.22

"Ora, o nome de Hebrom era outrora Quiriate-Arba, porque Arba era o maior homem entre os anaquins. E a terra repousou da guerra."
Josué 14.15
Outros grupos de gigantes chamados de Anaquins e Refains (ou Emins) se instalaram na Palestina entre o Mar Morto e a faixa de Gaza. Os israelitas mataram todos os gigantes desta região sobrando apenas o rei Ogue (na região norte da atual Jordânia) e alguns que foram para a faixa de Gaza (região entre o Mar Mediterrâneo e a cidade de Gaza).
"Então saiu do arraial dos filisteus um campeão, cujo nome era Golias, de Gate, que tinha de altura seis côvados e um palmo [2,89 metros]." 1 Samuel 17.4
Golias é o gigante mais famoso da história. No entanto não chegava a 3 metros de altura.
GIGANTE FOSSILIZADO
Em 1876 chegou em Londres um gigante fossilizado de 3,65 metros com 6 dedos no pé direito. Ele foi desenterrado por Mr. Dyer durante uma operação mineira em County Antrim, Irlanda. Em seguida foi levado para exposição em Dublin, Liverpool e Manchester. Numa edição de dezembro de 1895, a revista British Strand Magazine publicou uma foto do fóssil tirada no depósito de mercadorias da Broad Street da Companhia de Estrada de Ferro North-Western, sendo mais tarde reimpressa no livro Traces of the Elder Faiths of Ireland de W. G. Wood-Martin (abaixo).
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Antuérpia, Bélgica
Em 1919, o cientista Wilhelm Freudenberg descobriu "possíveis pegadas humanas" impressas no começo do período Plioceno, entre 4 e 7 milhões de anos atrás. A descoberta ocorreu nas proximidades de Meuleken, na Antuérpia, Bélgica.
Gravelbourg , Saskatchewan, Canadá
Em 26 de maio de 1910, foram descobertos alguns fósseis em um granito na região de Gravelbourg, Saskatchwan, no Canadá. Investigações de especialistas indicaram que o fóssil, um conjunto de pegadas humanas, teria vários milhões de anos de idade.
República do Turcomenistão
Na primavera de 1983, uma expedição do Instituto de Geologia do Turcomenistão descobriu mais de 1500 pegadas de dinossauros na região sudeste da república. O chefe da expedição, Dr. Kurban Amanniyazov, declarou ao jornal Moscow News que "nos temos descoberto pegadas semelhantes à pegadas humanas, mas até o momento falhamos em determinar, com metodologia cientifica, à quem elas pertencem. É claro, se nós pudermos provar que elas pertencem à um hominídio, isto causaria uma revolução na ciência humana. A humanidade vai ficar 150 milhões de anos mais velha. ( Moscow News, Nr. 24, 1983, p. 10 ; Corliss 1985, p. 28 ; Cremo et al. 1993, p. 458 ).
Deserto de Gobi, China
Em 1959, o cientista chinês, Dr. Tschu Myn Tschen e sua equipe (Tschau Ming Tschen/Chow Mingchen ) descobriram uma pegada com idade estimada em 15 milhões de anos. Trata-se de uma marca produzida por um calçado com sola.
Navalsaz, Soria, Espanha.
Na localidade de Navalsaz, em Soria, na Espanha, mais de 500 pegadas de Tiranossaurus rex foram descobertas. Junto destas pegadas haviam pegadas humanas produzidas na mesma época em que o resto do conjunto de pegadas foram produzidas, a aproximadamente 70 milhões de anos atrás.
Fatos Registrados
Gigantes ancestrais americanos. Abaixo estão alguns achados de esqueletos nos últimos dois séculos nos EUA:

  • Em seu livro The Natural and Aboriginal History of Tennessee, John Haywood descreve "ossos muito grandes" encontrados em sepulturas de pedra no município de Williamson, no estado de Tennessee, em 1821.
  • Na metade do século XIX esqueletos gigantes foram encontrados próximo de Rutland e Rodman, no estado de Nova Iorque
  • O Dr. J.N. DeHart achou vértebras de tamanhos incomuns em morros de Wisconsin em 1876.
  • W.H.R. Lykins descobriu crânios de grande tamanho e densidade em morros da cidade de Kansas em 1877.
  • O Dr. George W. Hill, achou um esqueleto de tamanho incomum em um morro do município de Ashland, no estado de Ohio.
  • Em 1879, um esqueleto de 2,94 metros foi encontrado num morro perto de Brewersville, estado de Indiana (Indianapolis News, 10/11/1975).
  • Um esqueleto enorme foi achado em um caixão de barro, com laje de arenito contendo hieroglíficos, durante explorações do Dr Everhart num morro perto de Zanesville, estado de Ohio. (American Antiquarian, volume 3, 1880, página 61)
  • Dez esqueletos de ambos os sexos e de tamanhos gigantescos foram encontrados num morro em Warren, estado de Minnesota, 1883. (St. Paul Pioneer Press, 23/5/1883)
  • Restos de 7 esqueletos de alturas estimadas em torno dos 2,3 metros foram encontrados em Minnesota, 1888 (St. Paul Pioneer Press, 29/6/1888)
  • Num morro perto de Toledo, no estado de Ohio, foram encontrados 20 esqueletos, sentados com a face virada para o leste, com mandíbulas e dentes duas vezes maior do que o normal, e ao lado de cada esqueleto havia uma tigela grande com figuras hieroglíficas curiosamente ornamentadas. (Chicago Record, 24/10/1895, citado por Ron G. Dobbins, NEARA Journal, volume 13, outono de 1978)
  • No estado de Minnesota foram encontrados um esqueleto de um homem enorme na Fazenda Beckley, em Lake Koronis, e outros ossos gigantes em Moose Island e em Pine City (St. Paul Globe, 12/8/1896).
  • Em 1911, mineiros descobriram várias múmias de cabelos ruivos com altura que varia de 2 a 2,4 metros junto com artefatos em uma caverna em Lovelock, no estado de Nevada (The Unexplained: An Illustrated Guide to the World's Natural and Paranormal Mysteries, Dr. Karl Shuker, 1996). Obs: Uma antiga lenda local diz que havia um grupo de gigantes chamados "Si-Te-Cah" que foram exterminados pelos índios Paiutes (ou Piutes), alguns séculos antes da colonização americana. Sarah Winnemucca Hopkins, filha do Chefe indígena Paiute Winnemucca, na página 75 do seu livro Life Among the Paiutes, confirma o fato afirmando que o seu povo guardou os cabelos ruivos daquele povo durante séculos..
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Arcada dentária de uma múmia de Lovelock
  • Próximo de Lovelock, foram achados 2 grandes esqueletos no leito do lago Humboldt em fevereiro e junho de 1931. O primeiro media 2,6 metros de altura e parecia ter sido embrulhado em um tecido coberto com goma como as múmias egípcias. O segundo esqueleto tinha quase 3 metros (Review - Miner, 19/6/1931).
  • Samuel Hubbard, Curador Honorário de Arqueologia do Museu de Oakland, descobriu dois corpos petrificados sendo um de 4,6 e o outro de 5,5 metros, no Grand Canyon do Arizona. Próximo ao local foi encontrado um grande número de pegadas de 43 a 50 centímetros de comprimento (The Hubbard Discovery, Setembro de 1923).
  • Em Julho de 1877, na região de Spring Valley próximo de Eureka, estado de Nevada, foram encontrados um joelho e um osso de perna humana tendo esta a medida de 99 centímetros, equivalente a altura de uma pessoa de aproximadamente 3,5 metros. Os ossos estavam bastante carbonizados devido a sua idade (Strange Relics from the Depths of the Earth, J.R. Jochmans, 1979).

40 mil anos a.C.
- Antigüidade do crânio Neanderthal, furado de bala, exposto no Museu de História Natural de Londres, Inglaterra. O fóssil foi encontrado na região de Broken Hill, norte da Rodésia, África. Na imagem ao lado podemos observar a trajetória da bala que teria perfurado o crânio
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1 milhão de anos a.C.
ufoarq10 Antigüidade da pequena estátua de 2 cm feita em argila, encontrada em 1889 no povoado de Nampa, Idaho, nos Estados Unidos, a uma profundidade de 90 metros. Segundo resultados de análises de laboratório, esta peça teria entre 1 e 2 milhões de anos. Apesar da idade do artefato os cientistas acreditam que a estatueta tenha sido trazida com colonizadores americanos por volta de 1600 d.C.. Eles não conseguem explicar como esta figura foi parar a 90 metros abaixo do solo.
500 mil anos a.C
ufoarq12Antigüidade do geodo encontrado, no dia 13 de fevereiro de 1961, próximo ao lago Owens, na região de Olancha, na Califórnia; contendo em seu interior uma peça metálica manufaturada, cujas características, segundo o dr. Willis, assemelham-se a uma vela de ignição para um motor a explosão.
10 mil anos
- Antigüidade do crânio do bisão, furado de bala, exposto no Museu Paleontológico de Moscou, atual Rússia. Foi encontrado a oeste do rio Leria, na República Socialista Autônoma de Yakutia (ao lado). ufoarq5
- Antigüidade das pinturas rupestres das Wondjinas encontradas nas regiões de Kimberley, na Austrália, pesquisadas desde 1838.
Onde nasceu a Ciência Paralela?
Quão imparcial é a ciência? Ela realmente faz o que afirma fazer, pega os fatos e começa a partir disso?
253381_4A ciência tem se concentrado mais em teorias do que fatos. A partir dos fatos surge uma teoria para explicá-lo, outros fatos são deixados de lado. Novos fatos podem mudar a teoria, mas são ignorados com freqüência. Chamamos estes fatos de “anomalias”, provas que não se encaixam.
No polêmico livro Arqueologia Proibida, os cientistas Richard Thomson e Michael Cremo, mostram o que acontece com provas que contradizem as regras.
“Durante os últimos 150 anos os arqueólogos e antropólogos ocultaram quase todas as provas de suas descobertas” diz Cremo. “O que observamos é a chamada “filtração do conhecimento”. Este é um aspecto fundamental da ciência e da natureza humana, as pessoas tendem a ocultar aquilo que não se encaixa.0
E na ciência, as descobertas que não se encaixam no modelo padrão, tendem a ser eliminadas. Não são ensinadas e nem discutidas, mesmo as pessoas que tem conhecimentos científicos não sabem nada sobre isso.
O que estamos falando por exemplo, foi demonstrado em Hyatlico, no México em 1996 quando a arqueóloga Jean Steen Mackintyre ameaçou desmentir a teoria de que a humanidade é relativamente nova na Terra dizendo que na verdade ela começou na Sibéria há 30 mil anos e só surgiu na América há mais ou menos 20 mil anos. No México Jean Steen Mackintyre descobriu ferramentas de pedra e ossos humanos e calculou a sua idade através de testes científicos.image003
A conclusão era de que se tratava de um sítio de 250 mil anos. O que deveria alavancar sua carreira na verdade se tornou um pesadelo, ela perdeu todas as oportunidades profissionais desde então, o sítio foi fechado e foi negada a permissão para investigações, permanentemente.
Isso ocorre naturalmente na comunidade científica, quando uma descoberta está em desacordo com a teoria existente, as pessoas não vão falar sobre isso, não será relatado. Isso significa que a ciência não evolui como as pessoas esperam. A ciência está desprezando provas de um passado esquecido? São verdadeiros os mitos de uma antiga civilização do planeta que acabou milhares de anos antes dos primeiros relatos históricos? Pesquisadores estão estudando as anomalias que a ciência descarta, eles questionam coisas que mudarão nossa visão sobre a humanidade.
E as verdaeiras fontes da Verdade continuam no Mistério


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