Curiosas e Inquietantes Descobertas Científicas que Permitiriam a Existência de Zumbis




Um conjunto de recentes descobertas científicas lança a possibilidade da existência de zumbis, até agora limitada ao campo da fantasia, pode ter uma certa base científica.

Microbiólogos americanos da Universidade de Washington, descobriram a existência de dezenas e até centenas de genes, entre eles os associados com câncer, que permanecem ativos no corpo dos mortos, até quatro dias depois da morte do organismo.

Ao observar os processos nas células de ratos e peixes-zebra mortos, a equipe dirigida por Peter Noble, encontrou que a atividade dos genes e proteínas se aceleram depois que absolutamente todos os processos vitais param.


Peter Noble

Os pesquisadores determinaram que nas células dos músculos desse animais existem dezenas e até centenas de genes que se ativam várias horas depois da morte e sua atividade se mantém em um nível muito alto por até quatro dias.

Muitos destes genes tentam "reanimar" o organismo, protegendo as células e estimulando a reação imune para suprimir os processos estressantes que ocorrem após a morte.

Para o espanto dos cientistas, entre os genes zumbis também se encontram os genes de desenvolvimento que participam da formação do embrião, e que ficam inativos após o nascimento.

Outra descoberta interessante nesta pesquisa, é que nas células dos animais mortos se encontram ativos os genes que se associam com o desenvolvimento do câncer. Isto poderia explicar o porquê o transplante de órgãos de pessoas mortas levam ao desenvolvimento de tumores malignos.

Paralelamente, pesquisadores da Universidade de Columbia, dirigidos pelo virólogo Stephen Goff, descobriram um tipo de câncer contagiosos em moluscos, que pode ser transmitido entre diversas espécies biológicas.

Stephen Goff

Esta equipe de pesquisadores americanos revelam que os tumores podem adaptar-se a organismos de diferentes espécies e pode ser transmitido inclusive sem contato direto.

Estas células cancerosas contagiosas, que antes era consideradas raras na natureza, são um fenômeno comum no mar, segundo com estes cientistas que levantam questões sobre as implicações da transmissão do câncer para os seres humanos.

Evidentemente, não estamos dizendo que os zumbis podem ser reais; no entanto, é curioso que duas descobertas científicas recentes, justamente quando a temática zumbi está tão na moda, nos digam sobre a existência de genes zumbis que tentam reviver o organismo após a morte, que estes genes estão relacionados com o câncer e que, paralelamente, descobre-se a existência de tipos de cânceres contagiosos.

Tudo isso são argumentos científicos que poderiam ser utilizados pelos roteiristas para justificar a existência de uma epidemia zumbi devido a uma mutação genética.

Esperamos que tudo isso fique no mundo da ficção científica.


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