Universidade de Harvard revela algo assustador sobre o flúor

Desde pequenos nós aprendemos na escola que colocar flúor na água, atitude tão comum na maioria dos países, é fundamental para evitar cáries e prevenir problemas, principalmente, nas crianças.
Essa moda do adicionar o flúor na água começou em 1975, quando a Organização Mundial da Saúde alertou os países que essa atitude iria diminuir significativamente as cáries da população. Porém, desde então, diversos pesquisadores se dedicaram a comprovar que essa atitude era errada.
Uma das pessoas que estudou a fluoretação da água foi o médico John Yiamouyiannis. Por algum tempo ele analisou 40 mil crianças dos estados unidos e viu que a água com flúor não tinha ligação nenhuma com a diminuição das cáries. Além disso ele viu que o flúor é uma substância perigosa e que, em quantidades elevadas, pode até levar a morte. O médico também apresentou que o fluoreto pode causar problemas no sistema imunológico, envelhecimento precoce, aumenta o risco de câncer e até causa hipotireoidismo.
Uma pesquisa de Harvard divulgada no periódico científico “Environmental Health Perspectives” inclusive mostra que o flúor pode causar uma diminuição considerável no QI médio e danos cerebrais nas crianças.
Se você ficou assustado e não quer expor você e seus filhos a esses danos, temos uma notícia boa. Uma pesquisa conduzida na Índia mostrou que o manjericão santo pode diminuir esses índices da água. Para isso é necessário deixar 75 miligramas de folhas em 100 mililitros de água por 8 horas. Essa simples atitude vai diminuir os cerca de 7 ppm de flúor para uma quantidade bem menor de apenas 1,1 ppm na água.
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